Minhas cores de cabelo – Conexão carioca

Minhas cores de cabelo – Conexão carioca

7 de julho de 2016 8 Por Luciana Vilela

Quem nunca mudou de cabelo na vida?

Eu tenho um vasto histórico de cores de cabelo, estava aqui pensando sobre isso… Quando pensamos em falar sobre tintura de cabelo no Conexão Carioca eu logo pensei: “se eu resolver contar tudo o post vai ficar gigante!” Mas vamos lá, pelo menos vou tentar.

A primeira vez que eu me lembro de ter usado alguma coloração no cabelo foi aos 19 anos, quando decidi que queria dar uma clareada e usei um tonalizante. Não adiantou nada, mas eu fiquei me achando. Se eu me lembro bem, meu cabelo é naturalmente castanho claro (já tem tanto tempo isso que eu realmente não saberia definir, kkkk), e dava uns reflexos mais claros de vez em quando pois eu tomava muito sol nos fins de semana. Nesta foto eu tinha 19 anos e o cabelo era bem compridão:

Cabelo Virgem (ou quase)

Luciana 19 anos

Se tem alguém com cabelo virgem lendo este post já vou avisando: se eu sonhasse tudo o que viria pela frente eu jamais teria pintado meu cabelo sem precisar. Leia o post até o final e você vai entender…o cabelo nunca mais é o mesmo!

Nessa época eu não tinha muita informação sobre muita coisa. Eu sempre assinava revistas de moda e beleza e pegava as dicas e tendências que tinham nesse tipo de mídia, porque as coisas não eram tão fáceis como hoje na internet, onde se acha de tudo. E então eu ficava buscando inspirações pra mudar alguma coisa, ía lá e mudava! Simples assim!

Cabelo preto azulado (Preto Azulado da Soft Color – Wella)

Luciana 22 anos - cores de cabelo - Preto Azulado da Soft Color - Wella

Foi numa dessas influências que um dia eu resolvi pintar meu cabelo de preto azulado. Aliás, não foi tintura, foi o tonalizante Soft Color da Wella, que tinha uma cera de abelha da fórmula (ou tem ainda, não sei) que deixava meu cabelo ótimo e com um brilho lindo. GENTEEEEEE, eu AMEEEEEEI esse cabelo! Eu era novinha então a cor não pesou, pelo contrário, realçou na minha pele clara e ficou muito legal. Quando eu retocava e ele ficava com esse reflexo bem azulado aí é que ficava MUITO SHOW mesmo.

Agora pensa comigo: nessa época (1998) não existian blogs de beleza. Eu pegava as ideias e fazia, igual as pessoas fazem hoje inspiradas em blogs. Eu tinha que virar blogueira mesmo, não é?

Cabelo castanho

Depois da viagem ao preto azulado deixei meu cabelo em paz por um tempo. Aí veio tanta coisa: terminei a faculdade, comecei a trabalhar, namorei e noivei. Meu cabelo não era mais tão clarinho como antes, e eu só gostava dele grandão. No meu noivado eu tava assim:

Luciana 24 anos

Nessa época ele não estava com tintura, mas já não era mais o mesmo (embora fosse bem bonito, modéstia à parte). Eu sempre deixava os cachos naturalmente soltos, não fazia nada de escova, nem chapinha, NADA. E já usava muito produto pra cabelo, lógico!

Castanho cor 6.88 (Mel Tabaco da Imédia)

Depois que eu me casei comecei a pintar meu cabelo mais vezes, só pra mudar mesmo. Estão vendo? Sempre fui assim! Isso foi em 2002, e eu descobri um tom que ficou lindo em mim: o 6.88, Mel Tabaco da Imédia. A Aline Moraes aparecia com essa cor de cabelo e eu GAMEI. Pois é, gente, sempre fui influenciável nessas coisas!

Luciana 26 anos - cores de cabelo - Mel Tabaco 6.88 da Imédia

 

Mechas Californianas no salão

Aí veio outra moda: iluminar os fios com as mechas californianas. Na época, 2003, a Debora Secco apareceu com a novidade feita pelo Marco Antonio de Biaggi, e foi um sucesso. E eu fui atrás: (gente, eu era louca ou o que????)

Luciana 27 anos

Fiquei assim por algum tempo mas não aguentei o ressecamento dos fios causados pelas mechas. Eu não sabia direito como tratar meu cabelo assim e acabei desistindo delas. Mas ficou muito legal, e todo mundo comentava!

Gravidez – sem tintura

Luciana 30 anos

Quando fiquei grávida da Laura tive que passar a gravidez toda sem pintar o cabelo (geralmente os médicos não deixam usar nenhuma química). Como gravidez (ainda mais a primeira) é tempo de festa, a gente nem pensa mesmo nessas coisas. O pensamento fica voltado para o bebê, para a saúde, e cor de cabelo fica em centésimo plano. Mas aí começou o problema: eu comecei a ter fios brancos. E por causa deles, daí pra frente eu não deixei mais de pintar…

Por isso que hoje eu penso que se eu sonhasse que iria ter fios brancos tão cedo (com 30 anos) eu teria deixado minhas “brincadeiras de pintar cabelo” pra lá.

Depois disso, o blog

Depois disso, as minhas aventuras pelas tinturas de cabelo foram quase todas registradas aqui (desde 2011!). Mas pra resumir, foi basicamente:

Mistura do 6.0 e 7.0 da Imédia (e um tempo com a Olia da Garnier)

Usei essa mistura por um bom tempo, talvez uns 6 anos.

Cores de cabelo: mistura do 6.0 e 7.0 da Imédia

Está aqui: a tinta do meu cabelo

Msitura do 7.0 com 7.88 da Imédia

Cores de cabelo: mistura do 7.0 e 7.88 da Imédia

Saga ruiva

Desde 2015 estou apaixonada pelo meu ruivo, e acho que encontrei meu tom pra vida. (Será? Lendo este post é até dificil de acreditar, né? kkkkkkk)

Mas tem tanta história com esse ruivo que é melhor lerem tudo nos outros posts do blog!

Aqui tem um resuminho bom: 50 tons de ruivo

E meu último tom, a Majirel 8.34

Cores de cabelo: ruivo

UFA!!!!

Será que ficou tudo registrado aqui ou esqueci de alguma coisa? hahaha Bom, pelo menos a maioria está aqui sim. Se de tudo isso fica uma lição, a lição é essa: quando minhas filhas resolverem ficar pintando o cabelo só de farra eu vou contar essa história pra elas. Vale a pena? Na época sim, é tudo uma festa, é muito gostoso mudar, mas depois… a gente paga o preço, viu?  O cabelo não fica mais tão bom, tem que cuidar muito, mas muito mesmo. Não vou proibir que elas façam nada, mas vou ter muita bagagem para aconselhar. Concordam?

Agora vamos ver os posts das meninas do Conexão Carioca?

Conexao-Carioca

Patrícia Meirelles – Fuxico de Mulher

Tina Szabados – Make, Coisa e Tal