Mustela Maternité Hidratante – resenha

Mustela Maternité – hidratante calmante

Comecei a usar o Mustela Maternité Bálsamo Hidratante pois, como vocês sabem, estou em fase de testes dos melhores hidratantes para minha adaptação a BH – como minha pele está sentindo muito o ressecamento, principalmente a pele do corpo que sempre foi mais seca, estou precisando de toda ajuda possível! Falou que é hidratante, tô testando!

Mustela Maternité Hidratante - resenha

Mustela Maternité

Antes de fazer a resenha, quero deixar aqui minha ótima impressão da Mustela, uma marca francesa que preza por usar ingredientes naturais, seus produtos são hipoalergênicos e não tem parabenos, ftalatos e fenoxietanol. Conheço pouco, mas fiquei muito satisfeita com o pouco que vi. Além deste hidratante, a linha Maternité ainda tem outros produtos para mamães, tanto na fase gestante quanto no pós-parto: creme para estrias, sérum corretor de estrias, sérum de firmeza para o busto, etc. Me comprometo a mostrar depois também o hidratante para dermatite atópica que a Isabela usou há pouco tempo, o Stelatopia, que é maravilhoso <3

Mustela Maternité Bálsamo Hidratante – o que diz a marca

Segundo a Mustela, o Bálsamo Hidratante e Calmante é indicado para futuras e recém-mamães, e tem ingredientes ativos de origem natural para hidratar e aliviar coceiras (decorrentes do ressecamento). Os ativos deste bálsamo:

  • Peptídeos de Abacate: ativos patenteados antirrepuxamento, conferem elasticidade, suavidade e conforto à pele.

  • Ceramidas reforçam a coesão celular e a capacidade da pele em reter a água para torná-la mais suave e macia. *

*descrição da marca

O hidratante é inócuo durante a gravidez e amamentação, a formulação Mustela exclui formulação parabenos, ftalatos, fenoxietanol, bisfenóis A e S, cafeína e álcool.

Apresentação

O Mustela Maternité Hidratante vem em uma bisnaga plástica de qualidade superior, com tampa flip-top, com 200ml. É um creme branco, não muito denso, que é fácil de espalhar mas que deixa resquício.

Mustela Maternité Hidratante - resenha

Minha experiência com o Mustela Maternité Hidratante

Sem dúvida nenhuma o Mustela Maternité Bálsamo Hidratante é um excelente hidratante para pele seca e sensível. Toda essa formulação natural deixa uma segurança enorme para quem tem alergias, mas de modo algum diminui sua eficácia. Estou enfrentando um clima seco atualmente, e minha re-adaptação não está sendo fácil – acreditem, é mais fácil sair de um lugar seco para um lugar úmido do que o contrário – e a hidratação da Mustela é imediata (percebi isso também quando a Isabela usou o Stelatopia).  Quando minha perna está muito seca, especificamente na canela, a pele fica vermelha e coça muito. Já me disseram que isso pode estar relacionado com circulação, mas no meu caso eu acredito que é ressecamento mesmo, pois a ação de um bom hidratante resolve, e nisso o Mustela Maternité passou no teste.

Masssss…agora vou pra parte não tão boa (pois não posso dizer que é ruim!) – o acabamento, que é pegajoso. Na verdade, o que é defeito para alguns, é qualidade para outros. Minha experiência pessoal vê qualidades nos dois lados: eu busco produtos  com esse acabamento no inverno seco, por causa da sensação de hidratação e proteção, mas fujo deles agora, que o calor começou. Na hora de dormir, que é a hora que eu mais gosto de usar hidratante nas pernas, eu acho difícil ficar com hidratante pegajoso em contato com o lençol. Mas não deixo de usar um produto por causa disso se ele me traz benefícios, por isso continuo usando e alternando com outros produtos que eu tenho. Eu acho bom ter produtos diferentes para cada situação.

Onde comprar e preço

Recebi o meu Hidratante da Kutiz, loja parceira do blog há muitos anos que eu recomendo sempre. Lá ele custa atualmente R$74,90 na promoção (o preço normal é R$129,90).

 

 

Repelente para bebês e grávidas – Pharmapele

Repelente da Pharmapele é eficiente contra o mosquito da Dengue/Zika

Repelente tem sido um item indispensável nesses tempos de epidemia do Zika e da Dengue, e achei que esta matéria poderia ser muito útil para as leitoras. Este repelente manipulado da Pharmapele é indicado para bebês, grávidas, idosos, e qualquer pessoa com pele sensível.

repelente para bebes e gravidas

Características do Repelente

O gel repelente da Pharmapele tem alta concentração (20%) da substância IR 3535, que é eficiente para repelir o Aedes Aegypti, mosquito que transmite a dengue e o Zika vírus, por até 7 horas.

Repelentes fabricados com DEET e Icaridina tem um perfil toxicológico mais alto, e embora sejam permitidos para grávidas não são seguros para menores de 2 anos. O IR 3535 tem a estrutura química baseada no ativo natural beta-alanina, e associado a outros ativos da fórmula fazem do Repelente Manipulado da Pharmapele uma opção com mais vantagens do que os outros repelentes do mercado:

-hidrata a pele ao invés de ressecar;

-dura até 7 horas (a média dos outros é de 2 horas);

-eficácia comprovada em diversos tipos de mosquito. Além do Aedes também afasta moscas, carrapatos e abelhas;

-pode ser usado por quem tem pele sensível, inclusive crianças a partir de 6 meses.

-também é indicado para grávidas

Onde comprar:

A Pharmapele tem quase 60 lojas espalhadas pelo Brasil, consulte no site da empresa se tem uma perto de você: pharmapele.com.br

 

 

 

 

Maternidade: quando colocar os filhos na escola?

Minha experiência: quando coloquei minhas filhas na escola

Hoje em dia uma coisa que escuto muito quando converso com as amigas que tem filhos pequenos é o dilema de matricular ou não as crianças pequenas na escola. Vocês sabem que eu não sou pedagoga, nem professora, sou “só” mãe, mas mesmo assim acho que contar minha experiência pode ser válida pra ajudar alguém. Até porque eu acho difícil ter um certo e errado nessa história, e minha experiência é a prova disso!

Quando colocar seu filho na escola

Laura e Isabela no primeiro ano da escola <3

A influência dos nossos pais

Na minha época era comum as crianças começarem a vida escolar aos 4 ou 5 anos. Antes era mais comum o perfil da família em que só o pai trabalhava e a mãe podia cuidar dos filhos em casa, ou mesmo que os pais trabalhassem era “menos difícil” ter a figura da funcionária doméstica que tinha essa função. Hoje isso é cada vez menos comum, e as crianças estão começando a vida escolar mais cedo, muitas vezes ainda bebês.

O resultado disso é a grande dificuldade em aceitarmos essa realidade, seja pela nossa experiência ou pela influência da geração dos nossos pais, cuja maioria desaprova essa modernidade. Ouvi muitas vezes coisas do tipo:

-“Mãe que coloca filho pequeno na escola é porque quer ficar livre deles”

-“Lugar de filhos pequenos é com a mãe”

-“Crianças que vão cedo a escola ficam traumatizadas depois”

… e muitas outras “frases de incentivo” parecidas com essas.

Quando coloquei a primeira filha na escola…

Eu tinha meu escritório de arquitetura em casa, então mesmo voltando a trabalhar cedo – Laura tinha 3 meses – eu sempre pude acompanhar tudo sem sair de casa. Eu fazia o que podia, pois tinha meu trabalho, mas sempre contei com a super ajuda da família, aka mãe e irmã. A Laura foi para a escola em janeiro de 2009, com 2 anos e 3 meses, e mesmo assim escutei muita gente dando opinião de que foi cedo demais.

Ela ainda era filha única, mas sempre foi muito sociável, sempre fez amizades facilmente. No shopping ou na sorveteria ela sempre se apresentava para a primeira criança que via na frente: “oi, eu sou a Laura, qual seu nome? Vamos brincar?” E eu morria de pena de ver que ela sentia tanta falta de companhias.

Uma coisa é certa: eu a coloquei na escola aos 2 anos e 3 meses muito mais por causa dela do que por minha causa.

Como foi o primeiro dia de aula?

Eu separei toda a primeira semana de aula para ficar na escola no período da tarde, pois é normal que os pais acompanhem a adaptação dos novatos em algumas escolas. Mas no primeiro dia de aula, a Laura me deu um tchau de costas e foi pra sala.

OI????? Como assim? Eu posso voltar pra casa? A diretora até me disse que eu poderia ficar na escola, mas que pela reação da Laura eu poderia ir pra casa tranquila porque tudo estava bem. E desde o primeiro dia de aula até hoje eu penso que foi a melhor coisa que eu fiz pra ela, pois ela sempre foi feliz da vida pra escola.

Quando a segunda filha foi pra escola?

Como eu já disse no outro post sobre a gravidez, com o segundo a gente já não tem mais tanto medo. É mais expectativa do que medo.

A Isabela foi um bebê super tranquilo e saudável, mas ao contrário da irmã, que sempre foi uma maritaca, ela não falava nada. Laura falava de tudo antes mesmo de completar 1 ano, e a Isabela já tinha 1 ano e 7 meses e não falava nem “papá” e “mamá”, nada! Depois de ir ao pediatra e ao fonoaudiólogo fiquei tranquila com os diagnósticos e os conselhos: ela era normal e saudável, só precisava de estímulos específicos, coisa que ela conseguiria na escola. E ela foi matriculada em agosto de 2011, com 1 ano e 9 meses.

Confesso que até eu achei cedo demais, mas estava tranquila por causa de todos os fatores:

-os especialistas aprovaram

-eu já tinha um bom relacionamento com a escola (a mesma onde a Laura estava)

-meu marido e eu concordamos, então não interessava mais o que os outros pensavam

O resultado? A Isabela aprendeu falar tão bem que até hoje ela é a maritaca da família. Até hoje eu olho pra essa faladeirinha e brinco: ” e pensar que eu tinha medo de que ela não iria aprender a falar!”

Tem conselho? Tenho sim senhora!

Se fosse pra eu enumerar tudo que eu penso sobre quando colocar seu filho na escola, seria isso:

-Como é a rotina da criança? Ela tem amiguinhos? Ela tem lugar e hora pra brincar? Ela sente falta de conviver com outras crianças? As respostas para estas perguntas podem indicar se a escola será boa para ela.

-Por mais que você a ame, tem coisas que você não consegue fazer por ela.

-Por mais que os outros pensem e até falem isso, você não é uma péssima mãe porque decidiu matricular seu filho na escola. E nem que ser livrar dele!

-As boas escolas tem atividades excelentes para desenvolver a criança em tudo. Se você já conheceu a escola e confia nos profissionais que estão lá, saiba que seu filho estará muito feliz lá dentro.

-Filhos são uma bênção, mas não há nada de errado em você ter uma vida enquanto eles estão na escola. Pensar nisso também não faz de você a pior mãe do mundo – mas prepare-se para escutar indiretas do tipo.

-Aliás, prepare-se para escutar de tudo. Mas se os pais da criança estão de acordo as opiniões dos outros não terão importância nenhuma. Não fecho os ouvidos para a experiência dos mais velhos, mas depois de um tempo a gente aprende a confiar no que já aprendeu com eles a vida toda.

-Esteja segura da sua decisão e não demonstre pra todo mundo (inclusive pra criança) que você não sabe o que fazer. Isso evita muita “ajuda” disfarçada de “se meter na sua vida”, e seu filho, ao te ver segura, vai se sentir seguro também.

Eu conheço muita gente que nessa fase fica cheia de culpas e incertezas. Não tenho uma resposta certa pra dar a ninguém, nem pra mim, mas sou dessas que acham que no fim tudo vai dar certo pra quem ama e preocupa sempre em acertar.

Veja também: A segunda gravidez é igual a primeira?

 

 

A segunda gravidez é igual a primeira?

Gravidez: teve a primeira e pensa na segunda?

Como mencionei no Facebook do blog, quero falar mais sobre maternidade no blog, afinal de contas se o blog reflete as minhas experiências, por que não falar sobre a maior delas em toda a minha vida, a maternidade? Hoje quero contar pra vocês um pouco do que foram as duas gestações e quem sabe posso ajudar quem esteja nessa situação a pensar um pouco nisso?

Aliás, depois que você finalmente tem o primeiro já deve ter percebido que as cobranças não param. “E aí, quando o fulaninho vai ter um irmão?” Ai,ai… as pessoas… são tão legais, né? 😛

1ª gravidez – um breve histórico

Minha primeira gravidez foi super planejada, eu queria muito e fiquei feliz da vida quando fiz o teste e deu positivo. Senti pouco enjoo, na verdade nunca cheguei a ter náuseas e vômitos, eu só fiquei sem vontade de comer várias coisas, e no primeiro mês cheguei a perder 3 kg.

Só tenho experiências positivas da primeira gravidez: tirando o sono que eu senti nos 3/4 primeiros meses, no restante eu fiquei super disposta, fiz uma reforma na casa para fazer o quarto da Laura, trabalhei MUITO durante toda a gestação. Aliás, entreguei uma obra uma semana antes do parto!

A Laura nasceu 13 dias antes de completar as 38 semanas, que era a data prevista, pois minha bolsa estourou durante a madrugada. No final eu havia ganhado 10kg (na verdade, se contar os 3 que eu perdi então foram 13kg, mas 10kg a mais do que eu pesava quando engravidei), não tive estrias, e o parto (cesárea)e a recuperação foram tranquilos.

A segunda gravidez é igual a primeira?

Laura – 6 meses

 

2ª gravidez – foi igual?

Quando a Laura tinha 2 anos e 7 meses eu descobri que estava grávida de novo. Descobri a gravidez em maio, em um período de muito trabalho. Nem sei como consegui ficar no computador e produzir, pois fiquei muito tempo “navegando em um barquinho“. Já experimentaram? Eu sou dessas que enjoam em carro e em avião. Imaginem em barco! Eu passei 3 meses tontinha, mareada, como se estivesse em alto mar.

Também foi uma gravidez tranquila, mas totalmente diferente: mesmo sem engordar muito durante a gravidez, minha glicose subiu muito e a médica chegou a pensar que eu poderia ter desenvolvido diabetes gestacional. Tive que controlar a alimentação, e eu tive muita dificuldade de terminar a gravidez. Graças a Deus tudo voltou ao normal depois do parto.

No último trimestre eu já não fazia as compras de casa. Meu prédio não tinha elevador e minha irmã e minha mãe se revezavam para levar minhas compras de supermercado, e foi muito difícil controlar o ciúmes da Laura, que queria colo e nem sempre eu podia dar…e as estrias que não vieram na primeira barriga, apareceram na segunda 😛

A Isabela iria completar 38 semanas no dia 30 de dezembro, mas na metade de novembro eu comecei a sentir muitas dores, e em uma delas eu achei que ela iria nascer ali mesmo, no meio da cozinha!!! Fui à médica no dia seguinte e ela me colocou de castigo. Em casa, deitada, sem ir a lugar nenhum até o bebê nascer, e ainda faltava um mês e meio… Mas não consegui segurar muito:a bolsa rompeu de novo e a Isabela nasceu no dia 26 de novembro, ou seja, com 8 meses. Ela ficou na UTI devido a imaturidade do pulmãozinho, o que foi uma experiência terrível, pois saí da maternidade deixando meu bebê no hospital. Frustração define…

A segunda gravidez é igual a primeira?

Entrando no bloco cirúrgico para ter a Isabela

O melhor da segunda gravidez é não se assustar com mais nada, pois mesmo sendo uma experiência diferente, já é um terreno conhecido.

A minha experiência X a experiência dos outros

Ô coisa chata e difícil é você ser inexperiente e ter que ouvir todo mundo falando uma coisa diferente. Não que eu esteja desprezando a experiência das outras pessoas, mas muitas vezes elas não respeitam a sua vontade de passar por aquele momento do seu jeito, com as suas escolhas. Durante uma gravidez se escuta de tudo um pouco, das dicas mais simples e proveitosas até as mais absurdas e ultrapassadas – sim, nem toda dica da vovó serve pra você – e haja paciência para peneirar todas elas.

Hoje em dia quando eu encontro alguma amiga grávida eu sei muito bem o que falar e o que não falar. Primeiro: só dou minha opinião a respeito de alguma coisa importante (parto, amamentação, etc) se ela pedir. Segundo: só falo coisas agradáveis como: fique tranquila, vai dar tudo certo, não é bicho de 7 cabeças, não fique ansiosa, coisas assim. E não estou mentindo nem enganando, eu acho isso mesmo.

A segunda gravidez é igual a primeira?

Isabela na UTI neonatal

Se você já teve o primeiro e tem dúvidas se quer o segundo…

Não quero convencer ninguém, pois cada um sabe da sua vida, mas algumas coisas eu posso dividir com vocês:

-a Laura me deu muito trabalho na amamentação e na questão do sono. Eu achei que não daria conta de um segundo filho porque passaria por aquilo tudo de novo…mas para minha surpresa não foi.

-uma gravidez não será necessariamente igual a outra, nem o filho será igual, nem a experiência será a mesma. Nada na maternidade segue um roteiro.

-se eu me preocupava em como sustentar um filho, imagine dois. Mas hoje eu vejo que nós simplesmente mudamos o foco e as prioridades, e as coisas acontecem. Ninguém vai sair parindo um monte de filho achando que no final tudo dá certo, mas também acho que deixar de ter somente por causa da questão financeira pode ser frustrante. Se a pessoa realmente quer, ela vai lutar pra isso. Isso serve pra casamento, trabalho, tudo!

-quando você tem o segundo filho você já está mais esperta e não comete os mesmos erros. Pode até cometer novos erros, mas não os mesmos! 😀 😀 😀

Enfim, isso é uma decisão das mais importantes na vida do casal (isso quando não vem de surpresa!!!) mas não é questão de ninguém influenciar ninguém. O máximo que podemos fazer é deixar nossa experiência, e a que eu tenho é muito positiva, pois acho muito legal essa relação de irmãos – eu tive e queria que a minha filha tivesse também.

Eu conheço muitas mamães que tiveram seus bebês há pouco tempo e devem estar no meio dessa indecisão… estou certa?

Conta aí!!!

 

 

 

 

 

Obras de arte que retratam a maternidade

Arte: a maternidade sob o olhar de artistas contemporâneos

Sim, esta semana eu estou com a maternidade à flor da pele. Curtindo minhas “crias” como nunca, olhando filmes e fotos dos meus nenéns, tendo saudade daquela barriga linda – sim, sou dessas que ama uma barriga de grávida e acho a coisa mais linda do mundo. Reuni algumas obras de arte que retratam um pouco deste sentimento, me encantei com várias delas e escolhi algumas para deixar aqui.

Curta comigo…

Maternidade em obras de arte Alice In Wonderland - George Dunlop Leslie

Alice In Wonderland – George Dunlop Leslie

 

Beautiful Sitting - Gioia Albano Maternidade em obras de arte

Beautiful Sitting – Gioia Albano

 

Before The School - Colin Bootman - Maternidade em obras de arte

Before The School – Colin Bootman

 

Genitrix Nº6 - Mark M Mellon - Maternidade em obras de arte

Genitrix Nº6 – Mark M Mellon

 

Madonna and Child - Patricia Brintle - Maternidade em obras de arte

Madonna and Child – Patricia Brintle

 

Mother and Boy - Mary Stenvenson Cassatt - Maternidade em obras de arte

Mother and Boy – Mary Stenvenson Cassatt

 

Motherhood - Guri Stark - Maternidade em obras de arte

Motherhood – Guri Stark

 

Motherhood - Louis Emille Adan - Maternidade em obras de arte

Motherhood – Louis Emille Adan

 

Mothers Love - Greg Olsen - Maternidade

Mothers Love – Greg Olsen

 

The Cradle - Berthe Morisot - Maternidade

The Cradle – Berthe Morisot

 

Todas as obras acima, e centenas de outras, estão a venda no site fineartamerica.com, podendo ser enviadas para o Brasil.

O que acharam?

Lindos sutiãs de amamentação!

Sutiã de amamentação pode ser lindo sim!

Quando eu tive minhas filhas não havia sutiãs de amamentação tão lindos assim, a maioria era bege e não tinha detalhe nenhum… 🙁  Mas agora tem e eu vou deixar registrado aqui no blog para as mamães que estiverem procurando um sutiã de amamentação bem lindo!

Lindos sutiãs de amamentação

Já falei aqui no blog a respeito das lingeries do Wagner Marquette. A modelagem e o material diferenciado fazem com que a lingerie seja a mais confortável do mundo, virei fã! Quando eu vi o sutiã de amamentação do Wagner Marquette reconheci na hora o seu estilo: o sutiã é sofisticado, tem detalhes lindos em renda e não deixa de ser funcional e prático, usando materiais reforçados e fáceis de manusear – eu já tive experiência com um sutiã de amamentação que era super chato de prender, aquela fivela não fixava e eu tinha que usar as duas mãos. Acha que é fácil? 🙂

Está a venda aqui: Sutiã de Amamentação Wagner Marquette

 

Lindos sutiãs de amamentação

Outro sutiã de amamentação é o da Del Rio, e o que dá o toque de fofura é a estampa em Poá. Ele é em microfibra e o tom nude rosado é bem mais usável, e não tem aquela cara de lingerie bege que carece tanto de glamour, não acham?

Está à venda aqui: Sutiã de Amamentação Poá Del Rio

Já viu as outras dicas sobre gravidez que eu já dei no blog?

-O livro “O que esperar quando você está esperando” me ajudou a esclarecer muitas dúvidas e eu recomendo a toda grávida que eu conheço.

-Por outro lado, um livro me prejudicou muito: o Nana Nenê, que ensina métodos de fazer seu bebê dormir a noite inteira mais rapidamente. Tentei, não funcionou e me causou uma frustração muito grande, e até um arrependimento: deveria ter aproveitado mais a minha primeira filha ao invés de querer colocar tantas regras em prática.

-Se você começou a amamentar e está sofrendo com a sensibilidade dos seios nos primeiros dias, veja a dica da Salsinha!

 

Para quem não me conhece direito ainda, tenho duas filhas (5 e 8 anos) por isso tenho uma certa experiência com esses assuntos de maternidade mas como já faz muito tempo que engravidei e passei por essa fase de mãe de primeira viagem, acabo não falando muito sobre isso no blog, mas dou umas pinceladas de vez em quando. Mas se vocês quiserem que eu fale mais sobre algum assunto relacionado a isso eu posso fazer mais posts, podem deixar as sugestões nos comentários!

 

Post publicado gratuitamente mas contém links que geram comissão ao blog em caso de compras.

 

 

É possível evitar estrias na gravidez

Vamos trocar ideias sobre o aparecimento de estrias na gravidez!

Eu sempre faço questão de colocar neste tipo de post em primeiro lugar: não sou dermatologista, não sou profissional na área e não estou dando receitas nem fazendo afirmações científicas sobre um assunto que eu não domino. Quero passar algumas experiências, contar algumas histórias e trocar ideias com vocês, acho que pode ajudar.

 

Quando fiquei grávida pela primeira vez eu estava um pouco acima do meu peso normal, mas engordei pouco: 10 Kg. Para falar a verdade, acho que me cuidei pouco na primeira gravidez! Eu usei somente dois tubos de creme: um da Mater Skin e um Payot famoso,  o Maternité.

Como evitar estrias na gravidez Cremes

 

Não pretendo fazer resenha destes dois cremes depois de tantos anos, mas lembro-me de ter gostado. Eu costumava misturar com gotas de óleo de amêndoas, dos mais baratinhos de farmácia, e passava no corpo todo, dando ênfase à barriga, claro! E não tive estrias. Comemorei, pois foi umas foi das poucas coisas que eu pude comemorar depois da gravidez em relação ao meu corpo. Eu engordei, não voltei ao meu peso normal, meu seio ficou totalmente ferido ao amamentar, e depois nunca mais foi o mesmo, MAS não ganhei as estrias na barriga, ô vitória! 

Aí veio a segunda gravidez, 3 anos depois. Eu continuava acima do meu peso normal (já contei um pouco dessa história aqui no blog: Sobre Peso, Corpo e Emagrecimento) e novamente ganhei pouquíssimo  peso: 7kg (minha segunda filha nasceu com 8 meses, então não passei pelo 3º trimestre completo, fase em que se ganha muito peso). Estava trabalhando muito, foi uma época muito cansativa, até porque eu já não era mãe de primeira viagem, já tinha uma menina de 3 anos, mas usei meus creminhos também. Dessa vez usei cremes misturados com óleo da linha Mamãe e Bebê da Natura. 

Mas as estrias vieram…

Eu me lembro que conversei a respeito desse assunto com várias amigas que engravidaram na mesma época, e também com a minha médica. Eu tenho algumas conclusões a respeito desse assunto:

Cremes ajudam, mas se você tiver que ter estrias…terá. Conheço gente que gastou horrores com os cremes mais caros, engordou pouco, e teve estria. Alguma explicação? Genética, pele que nunca teve os devidos cuidados, idade, muita coisa, tudo junto e misturado!

Não adianta nunca ter se cuidado antes e querer que algum creme faça milagres em 9 meses. Claro que sempre é bom começar de algum ponto, então se você não costumava se cuidar antes de engravidar e quer começar agora, tudo bem. Mas não espere milagres dos cremes para gestantes, no final das contas eles não são tão diferentes dos hidratantes que você deveria usar na sua rotina.

-O cuidado com a barriga tem muito a ver com o momento da mãe com o bebê, e eu acho fundamental o ato de passar um creminho, fazer carinho, conversar com o bebê, esse momento costuma ser a realização de um sonho e é sempre bom parar um pouco. Faz parte da curtição e eu acho que deve mesmo fazer parte da rotina da gestante!

Se fosse para dar um conselho, eu falaria pra você que está grávida: quer comprar cremes para evitar estrias na gravidez? Compre mesmo! Mas compre de acordo com as suas possibilidades. Não acho que os cremes farão milagres! Se você puder comprar, compre, mas se quiser misturar um bom creme a um óleo de amêndoas, já será um bom cuidado.

Além dos que eu mostrei ali em cima, mais dois cremes são muito famosos para combater estrias na gravidez:

Como evitar estrias na gravidez Cremes

 

O Luciara, da Bayer, e o Double Action da Mustela, para prevenir e minimizar as estrias recentes, ainda vermelhas. Nunca usei, mas são dois cremes muito famosos, eu particularmente queria ter uma coleção inteira de Mustela.

 

 Espero que tenham entendido o post. Não é um post de médica para paciente, e sim de mãe pra (futura) mãe!

Eu cheguei à conclusão de que dificilmente existe um único culpado pelas estrias, como também não há um só herói quando elas não aparecem…é um conjunto de fatores, e muitos deles não podem ser mudados.

Tendo estrias ou não, curta bastante a barriga de grávida. Depois você sentirá saudades!!!

 

 

O Luciara, da Bayer, e o

Onde estão os pais?

Hoje o post é um desabafo de mãe. Se servir de alerta para pelo menos 1 pessoa já fico bem feliz…

Nas últimas semanas tem acontecido algumas coisas aqui em casa. Refletiu até nas minhas postagens aqui no blog, pois não andei tendo tempo nem cabeça direito…

Minha filha mais velha tem 7 anos, e tem sido bombardeada na escola: os colegas, da mesma idade, ensinaram todos os palavrões que existem no mundo, e contaram tudo sobre sexo do pior jeito possível para uma menina de 7 anos que ainda não tinha nenhum tipo de despertamento para o assunto.

Uma vantagem eu tenho: minha filha me conta tudo e pergunta tudo, e as coisas que andei escutando nas últimas semanas foram de arrepiar. Eu até já estava preparada para falar sobre o assunto com ela quando fosse necessário – e até já tinha respondido uma ou outra curiosidade normal da idade – mas o nível, aliás, o baixíssimo nível das coisas que ela andou ouvindo me impossibilitou totalmente de fazer as coisas do meu jeito.

Eu não tenho nem coragem de mencionar aqui, mas para vocês terem uma ideia pensem num conteúdo de filme pornográfico, ou desses programas de TV de baixo nível que tem todo tipo de palavrão e insinuações pornográficas que provavelmente no seu tempo de criança, principalmente com 7 anos, seus pais jamais deixaram que você visse (se você é do meu tempo, pois meus pais não deixavam naquela época).

pare o mundo que eu quero descer

 

Claro que eu já fui na escola, tive reunião com a diretora, professora, conversei com alguns pais, enfim, parti para a ação e fiz o que estava ao meu alcance, fora da minha casa.  E a escola também está fazendo sua parte, pois todos concordaram comigo que não é normal ouvir de crianças de 7 anos o tipo de baixaria que estamos ouvindo em casa. Mas minha ação e a ação da escola tem um alcance limitado, pois chega uma hora em que dependemos de outra ação: a dos outros pais. Toda essa confusão começou por causa de 2 crianças. Duas crianças conseguem inflamar uma sala inteira, ainda mais com um assunto tão cheio de novidades quanto esse, vocês podem imaginar. Descobrimos que elas tem tido acesso a programas de TV totalmente inapropriados para a idade, e tem acessado todo tipo de sites na internet. Imaginem o tipo de coisa que elas tem visto…

E aí, os pais que estão atentos à vida do filho, que controlam o que eles vêem na TV, que controlam o uso da internet, que ensinam, investem seu tempo, sofrem as consequências dos pais que não fazem nada disso.

 

quanto custa seu tempo

 

Não estou julgando, cada um sabe de suas necessidades e os motivos que fazem com que fiquem fora de casa o dia todo. Ultimamente eu tenho tido o privilégio de acompanhar melhor as minhas filhas e sei que esta não é a realidade da maioria das mulheres – mesmo que muitas delas não por necessidade, mas por escolha – mas alguma coisa precisa ser feita. Crianças não podem ser entregues à TV, internet, facebook, e a educação não pode ser delegada à escola. O papel dos pais é o maior e mais importante, e tem sido entregue a todas essas coisas e o resultado está aí. 

 

Há alguns meses, esta mesma filha chegou em casa me pedindo para ter um perfil no Facebook. Eu expliquei que não podia, que isso era coisa pra adultos. Ela contestou, dizendo que os colegas dela tinham. Mas como? Com 7 anos?

Eu expliquei que o site tem uma regra que diz que só pode se inscrever com 13 anos, no mínimo. No outro dia, ela voltou pra casa me contando que não tem problema, eu poderia inscrevê-la no Facebook sim, que os colegas dela mentiram a idade, e muitos deles tiveram seus perfis feitos pelos próprios pais.

Agora eu pergunto: você iria gostar que seu filho mentisse a você, dizendo que está na casa de um amigo estudando mas na verdade ele foi a uma festa que você havia proibido? Você quer confiar no seu filho, sabendo que pode confiar nas coisas que ele vai te contar no futuro?

Se você quer que seu filho seja sincero com você, como pode ensiná-lo que pode mentir a idade para obter um perfil no Facebook? Ah, isso é muito pouco, isso não tem importância? Comece por aí, nas pequenas coisas, e quando as grandes vierem ele não irá reconhecer a diferença entre uma coisa e outra.

As crianças não tem culpa de nada, pelo contrário, tem sido as vítimas. Os pais, cheios de boas intenções, querem dar o melhor, proporcionar as melhores viagens, dar os melhores brinquedos, pagar pelas melhores roupas, mas esquecem de que para usufruir de tudo isso precisam construir primeiro o menino, que é o pai do Homem, como disse Machado de Assis.

 

Quanto a mim, depois do susto, parti para a ação. No meu caso, que sou cristã, parti para a oração e ação: eu tenho certeza de que os princípios que passo para as minhas filhas não serão sufocados por tudo que elas aprenderem no mundo que vão enfrentar. Eu creio nisso pois foi esta a minha experiência, eu cresci vendo muitas coisas mas não participei delas. Mas sinto muito, muitíssimo, pelas crianças que não terão seus pais nessa empreitada. Tenho conversado muito com a Laura, tenho visto como ela tem reagido – algumas vezes me sinto orgulhosa, em outras, fracassada, mas essa montanha russa faz parte da arte de educar, já percebi – mas estou certa de que amor nunca é demais, e o tempo investido na minha filha terá um retorno no tempo certo.

Eu poderia estender este post, mas vou parar por aqui, precisava fazer este desabafo que também é um alerta. Aliás, estou enxergando toda essa situação como um alerta também, pois hoje certamente estou ainda mais atenta à minha filha do que estava há um mês, certamente. O estrago que já está feito, está feito, eu gostaria de ter tido o direito de ensinar esse assunto para ela do meu jeito, mas eu ainda tenho tempo e principalmente disposição para resolver essa situação da melhor maneira daqui pra frente. Eu só desejo, do fundo do coração, que as outras crianças também tenham esse privilégio de ter alguém por perto nesses momentos em que elas mais precisam…

 

 

 

 

 

Como curar seios rachados na amamentação

Seios rachados na amamentação – receita caseira que funciona para cicatrizar!

Ah, se alguém tivesse me dado esta dica logo no início, quando tive minha primeira filha e meus seios ficaram rachados, sangrando e doloridos! Amamentei a Laura desde que ela nasceu, o que foi ótimo, graças a Deus. Mas não vou esconder de vocês que sofri bastante no começo: os seios novinhos, aquela pele fininha e macia não aguentava por muito tempo a fome do meu bebê.

 

Recebi várias orientações durante a gravidez de ir passando uma bucha nos seios, na hora do banho. Eu fiz isso, mas não adiantou… A intenção era fazer com que a pele fina fosse ficando mais forte e grossa para aguentar o tranco que estava por vir.

Seio rachado na amamentação é normal, acontece com frequência!

O fato é que quando o seio ficou ferido a coisa ficou feia: sangrou, doeu bastante, e não dava tempo de melhorar até a próxima mamada, e ela mamava assim mesmo. Recebi várias receitas médicas de pomadas, cremes, tudo que vocês pensarem, e nada. Sem falar que pomadas deixavam gosto! Até que uma pessoa abençoada – não me lembro mais quem foi, acreditam?- me receitou a única coisa que resolveu meu problema:

Como curar os seios rachados pela amamentação

O nome do santo remédio: salsinha.
Descobri a verdadeira vocação da salsinha, que eu considerava só um bom tempero: ela é altamente cicatrizante!
A receita não poderia ser mais simples: pegue as folhas da salsinha e amasse bem, deixe-a bem macerada, pode usar aquele socador que se usa para amassar o alho, funciona muito bem. E só!
Aplique sobre os mamilos, ela estará úmida por ter sido amassada, e deixe lá até você perceber que a dor passou, e então ela já deverá estar seca. De uma mamada para outra já resolve, é um milagre.
Até eu descobrir esse milagre foi um sofrimento, viu? Quando minha segunda filha nasceu o estoque de salsinha já estava pronto, só que aí não me machuquei tanto. Se tivessem me falado isso antes, eu teria poupado muito sofrimento!
Mas agora não é segredo mais: repasse para as futuras mamães que vocês conhecem!
Como curar seios rachados na amamentação

Gel dental infantil Weleda

Gel Dental Weleda é o mais recomendado pelos dentistas e pediatras

Conheci o Gel Dental Weleda infantil quando comecei a me preocupar com os primeiros cuidados com os dentinhos da minha 1ª filha. O pediatra foi enfático em receitar o gel dental da Weleda, e pra falar a verdade foi o único que ele receitou.

Gel dental infantil Weleda

O que o Gel Infantil Weleda tem de diferente?

Segundo a Weleda, o Gel não tem flúor e nem mentol, que as crianças menores geralmente não gostam. Aliás, elas costumam gostar de pastas de dentes doces, mas essa da Weleda não tem açucar. Ela tem um sabor natural de erva doce e hortelã, bem agradável.

O Flúor não é indicado para as crianças menores, até porque elas engolem uma parte da pasta de dente e não faz nada bem engolir essa substância (imagina a quantidade, já que ela vai “escovar” os dentes após as refeições). Ele foi desenvolvido especialmente para que, caso seja engolido, esses ingredientes não façam mal aos pequenos. Ao ser usado diariamente elimina a placa bacteriana e protege contra as cáries.

Fórmula do Gel Infantil Weleda

Acho legal colocar a fórmula aqui pois os pais podem se preocupar com os ingredientes dos produtos que usam nas crianças (eu pelo menos sou assim):

Glicerina  Água  Sílica  Algina  Extrato da flor de Calendula Officinalis  Óleo de Prunus Amygdalus Dulcis  Esculina Aroma  Limoneno

Livre de fragrâncias artificiais, matérias-primas derivadas de óleos minerais, corantes e conservantes sintéticos.

Eu me lembro que na época quase caí de costas com o preço: R$18,00 em uma pasta de dente! E hoje ainda está mais cara, custa R$21,40. Perguntei para algumas pessoas qual era a pasta de dente que elas usavam em seus filhos pequenos e todo mundo falava a mesma coisa: que o pediatra tinha receitado a da Weleda! Algumas pessoas preferiram não seguir a orientação do pediatra e compraram outras marcas, e outras compraram ela mesmo. E as que compraram falaram que era uma pasta muito boa, que as crianças não rejeitaram.
Eu acabei comprando pra minha filha também, mesmo tendo vontade de chorar com o preço!
O fato de este gel não ter nenhum aditivo sintético, ou seja, ser 100% orgânico, me ganhou. No caso dos bebês, que acabam ingerindo a pasta, isso acaba sendo muito importante.
Vejam a nota que está no site da Weleda:
“Um estudo feito pela USP indicou que as crianças entre 2 e 3 anos ingerem aproximadamente 60% da quantidade de pasta ou gel dental colocado na escova. Isto aumenta a possibilidade de a criança ter fluorose dentária. A fluorose provoca manchas nos dentes que não saem mais. Além disso alguns componentes sintéticos à fórmula da maioria dos cremes dentifrícios também podem causar outros problemas. Estudos sugerem que alguns detergentes utilizados causam descamação oral e afta ulcerosa. O Gel dental Infantil da Weleda não contém qualquer aditivo sintético ou químico, indicado para a fase de “dentes de leite” e para crianças que ainda não sabem cuspir e acabam ingerindo o produto”
Portanto, mamães e papais, os pediatras tem seus motivos em indicá-la, e vale a pena.
Muitas pessoas tem aderido a moda dos cosméticos 100% orgânicos, o que é uma proposta muito interessante também. Estou com algumas amostras da Weleda e depois volto aqui pra contar o que achei!
Beijos!!!

 

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