Thaty – Boticário – resenha!

Thaty – a lavanda da minha adolescência!

Conheci o Thaty nos anos 90 (ele é de 1985, “balzaco” já!) quando ganhei um kit do perfume + sabonete de presente. Gamei, foi um queridinho da minha adolescência! E na época eu não era a louca dos perfumes, mas já tinha bastante, principalmente do Boticário. Depois de muitos anos, senti novamente a fragrância novamente! Ganhei no amigo oculto das blogueiras do Boticário no final do ano passado <3

Thaty - Boticário - perfume

Thaty – notas olfativas

Notas de saída: lavanda, lavandin, eucalipto

Notas de coração: rosa, gerânio

Notas de fundo: musk

Thaty é para novinhas, não tenha dúvidas! Uma colônia de garota, jovial, alegre, romântico, fresco. Pra mim só não é pura lavanda pois a rosa quebra um pouco e dá um toque um pouco mais sofisticado, e o que poderia ser uma fragrância quase infantil fica um pouco mais adulta, mais equilibrada. Sinceramente não consigo comparar se a que está sendo vendida hoje é a mesma coisa da década de 90, não tenho essa super memória olfativa, mas lembrei na mesma hora de como eu me sentia bem usando essa colônia. Aliás, para uma deocolônia ela dura bastante tempo em mim, experimentei agora no alto verão e senti a fragrância durante o dia todo, e olha que eu não exagerei na quantidade.

Thaty é uma das mais conhecidas e amadas colônias de O Boticário e foi desenvolvida como uma fragrância fresca e versátil que há anos tem conquistado gerações, sendo a fragrância que acompanha a transformação de meninas em mulheres e marcando momentos inesquecíveis. *

Achei interessante essa descrição do Boticário principalmente quando diz que conquista gerações. Usei algumas vezes para me recordar da fragrância e contar mais aqui no blog mas depois dei de presente para minha sobrinha de 15 anos, que amou o cheirinho. E é impressionante como o cheiro é realmente a cara dela, e a cara de várias meninas nessa idade. O Boticário conseguiu captar os desejos de meninas que querem se perfumar mas sem se destacar, sem chamar a atenção, sem serem ainda o “mulherão de salto alto e batom vermelho”. Elas serão um dia, mas calma lá. O Thaty é um bom começo pra isso!

Thaty Boticário - resenha

Estou adorando ver o Boticário voltando com fragrâncias da década de 90. Viram a volta do Insensatez? Quero ir em breve me lembrar dessa fragrância numa loja, deixa só eu conseguir dar uma escapada do trabalho!

E você, tem alguma história com um perfume da adolescência? Me conte aí!

Já mostrei aqui alguns dos meus perfumes dos anos 90, entre eles está o Thaty!

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

6 Comentários

  1. liliana
    fev 14, 2017 @ 07:59:59

    Qual a diferença entre lavanda e lavandin?

    Reply

    • Luciana Vilela
      fev 14, 2017 @ 08:52:16

      OI Liliana, tudo bem?

      Pra ser sincera só soube desse lavandim quando vi as notas pra fazer o post, pois o que eu sinto mesmo nele é o que eu conheço por lavanda! Mas pra responder sua perguntar vou indicar esse post, é bem explicadinho (resumindo, a lavanda é um pouco mais nobre e com cheiro mais delicado): http://claudiaroma.blogspot.com.br/2011/07/lavanda-e-lavandin.html

      Reply

  2. julia...
    fev 14, 2017 @ 08:06:42

    Sempre brinco que O Boticário não deixa de produzir o Thaty só por causa da minha mãe. O perfume é de 85, eu sou de 87, e jamais “vi” minha mãe sem que ela estivesse usando o Thaty! Talvez por isso, não consigo achar ou “desachar” nada nele… Enjoeei fortemente; só consigo usar os flankers. A saída cítrica pinica o meu nariz, fruto de anos e anos sendo acordada justamente por ela (sério, eu acordava quando minha mãe ia ao banheiro pq, antes mesmo de ouvir qualquer barulho, Thaty atravessava qualquer frestinha das portas que separavam minha mãe de mim. Talvez seja por isso que não dou muita bola pro perfume: pra mim, ele tem cheiro de “acabou a folga; hora de acordar”).

    Você mencionou, Lu, sobre o “resgate” d’O Boticário às fragrâncias que foram sucesso na década de 90… Acho louvável, mas, ao mesmo tempo, acho que o Boti há anos vem errando feio (e sei que ele não está nem aí pro que eu acho). A reformulação pela qual a marca passou, para mim, fez com que ela perdesse identidade. O nome é O Boticário, e a identidade visual antiga parecia muito mais condizente, com seus frascos simples (e muito mais bonitos) e fragrâncias mais herbáceas e menos químicas (oi, Egeo Dolce; é com você mesmo que eu falo). Os estojos eram feitos em madeira; os produtos eram pensados para serem eternos, e não flankers despersonalizados incessantemente lançados em edição limitada (oi, Make B; oi 350 mil tipos de Egeo); as embalagens remetiam à botica, totalmente despretensiosas…

    Acho incrível a atual capacidade d’O Boti de “estragar” todas as embalagens das quais gosto. Não sei se é por motivo de redução de custo, se acham que fica mais moderno, ou sei lá o quê, mas é uma coincidência incrível. Glamour, Floratta, Boti (que não era Baby Boti e tinha a embalagem + incrível de todos os tempos para crianças), Oops! (fala sério, que coisa mais horrível voltar o Oops! dentro da linha Intense), e até o Lily (que atualmente me remete instantaneamente ao sabonete Dove).

    E isso tudo sem mencionar os clássicos que, de uma hora para a outra, resolveram que não mais seriam fabricados, deixando toda uma geração de órfãos… E para que? Para nos empurrar aqueles milhares de flankers despersonalizados? Para relançar tais perfumes em edições limitadíssimas que só podem ser adquiridas online ou em kits de natal e dia das mães num emaranhado de outros perfumes??

    Cara, eu juro que louvo o retorno dos perfumes que marcaram época, mas, ainda assim, um alarme de “está errado!” soa na minha mente. Preferia que O Boticário parasse de tentar incessantemente seguir o mercado e aprimorar tudo aquilo que eles efetivamente têm de bom, sabe? Melhorar a duração das fragrâncias, repensar as embalagens horríveis, melhorar a linha de maquiagem, resgatar sua identidade…

    E, pelamordeDeus, volta sabonetinho infantil com a maçazinha verde!!!!!!!

    Desabafei! =***

    Reply

    • julia...
      fev 14, 2017 @ 08:09:43

      Ah, sim… Relendo o texto do meu comentário anterior, percebi que soei um pouco contraditória quando disse que só consigo usar os flankers do Thaty. Sim, é verdade verdadeira: Thaty Kiss, Thaty Amando e Thaty Confetti já moraram no meu armário e foram bem aproveitados enquanto duraram. Mas trocaria todos eles pela estabilidade eterna do Thaty original (mesmo não sendo fã dele) e o retorno de Tarsila 😉

      Reply

    • Luciana Vilela
      fev 14, 2017 @ 09:14:10

      OI Julia!

      Engraçado como os aromas tem história, não é? Quanta coisa diferente a mesma fragrância pode remeter a pessoas diferentes…pra mim ele tem a cara quietinha e menininha dos meus 16, 17 anos (eu era quietinha!)
      Acho que vc resumiu tudo na sua fala que é a corrida do mercado que provoca tantas mudanças, mas acredite, tem quem goste. E sinceramente, acho que a marca só está onde está por causa disso, pois se ela continuasse a ser o que nós conhecemos naquela época o seu público estaria muito restrito as pessoas da nossa idade, não acha?
      Quem nasceu em 95, 2000 e hoje consome Boticário se apega aos novos flankers com muito mais facilidade que a gente (e eu concordo com vc, é muito flanker meteórico, eu não consigo acompanhar!), nós ainda temos as lembranças e estamos apegadas a elas, não só no Boti mas quando faço posts da Natura também recebo comentários chorosos de órfãos de vários perfumes descontinuados ou com formulação trocada.

      E faço coro: voltaaaaaa maça verde, eu amava!!!!!!!! E a colônia do Dr. Botica tambéééééém!!!!

      Reply

  3. Insensatez de O Boticário - resenha - Mulher sem photoshop
    mar 16, 2017 @ 07:10:05

    […] na época eu usava o Thaty, o Acqua Fresca, Innamorata, vários perfumes da marca, mas o Insensatez não – que bom, pois […]

    Reply

Deixe um comentário!

*